Mendes Lima é destaque no Prêmio CBIC de Inovação e Sustentabilidade

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A solenidade de entrega ao vencedores das cinco categorias da 22ª Edição do Prêmio CBIC de Inovação e Sustentabilidade aconteceu na noite da última terça (11/12), em Brasília. A iniciativa é da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), por meio da sua Comissão de Materiais, Tecnologia, Qualidade e Produtividade da (Comat), em correalização com o Senai Nacional. O objetivo da premiação é reconhecer, premiar e divulgar soluções inovadoras que contribuam para a modernização da indústria da construção brasileira.

Destaque para o segundo lugar, conquistado pela Mendes Lima Engenharia, na categoria Sistemas Construtivos pela criação do “Sistema Construtivo de Subsolos Estanques e Lajes de Subpressão”. A Penetron Brasil, fornecedora dos aditivos cristalizantes e apoiadora do sistema premiado, comemora a conquista da empresa parceira.

É um orgulho para a Penetron participar com a Mendes Lima desse desenvolvimento, que mostra a geração de valor na cadeia da construção e a contribuição para sociedade, com um sistema preocupado com a sustentabilidade”, afirma o engenheiro Cláudio Ourives, diretor geral da Penetron Brasil.

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Sistema evita rebaixamento do lençol freático

O sistema desenvolvido pela empresa utiliza concreto aditivado com componentes que reagem com a umidade, formando uma estrutura cristalina insolúvel capaz de bloquear poros e capilares em paredes e pisos abaixo do nível do solo. O mecanismo de autocicatrização, segundo o projeto, aumenta a durabilidade do concreto e sua vida útil por meio de suas propriedades impermeabilizantes.

A empresa lembra que a impermeabilização é fundamental para uma estrutura que está em contato direto com o solo e sujeita à pressão hidrostática negativa. Isso acontece quando o nível do lençol freático no terreno é maior que o último nível do subsolo previsto em projeto.

O sistema tem vantagens sobre o tradicional rebaixamento de lençol freático, pois reduz impactos ambientais por economizar energia elétrica e desperdício de água. Evita a contaminação da água e do solo com impermeabilizantes poluentes. Elimina acidentes com colaboradores nesse processo e custos com reparos e manutenções nas bombas, que no modelo tradicional são usadas para drenagem da água que infiltra a estrutura.

Além das certificações, o projeto destaca que a eficiência do sistema de construção tem sido comprovada pela sua demanda para obras no Distrito Federal e nos estados de Goiás, Tocantins, Rio de Janeiro e Espírito Santo.

Com informações da CBIC